Um encontro marcante em Gravataí tem reforçado o protagonismo feminino na capoeira, destacando o papel das mulheres não apenas na arte, mas também na luta contra a violência. A iniciativa, que promove o empoderamento e a conscientização, demonstra como a cultura pode ser uma poderosa ferramenta social.

Este evento sublinha a importância de espaços onde a força e a voz feminina são valorizadas, utilizando a capoeira como um caminho para a inclusão e a transformação social. É uma celebração do poder das mulheres em todas as esferas.

Dona Maria, como vai você?: Protagonismo e Transformação na Capoeira

A organização do encontro ficou a cargo das fundadoras do coletivo Dona Maria, como vai você?, conforme informações divulgadas. Entre elas estão a Contramestra Bisnaguinha, Francine Monteiro Barbosa, a Contramestra Sereia, Vanessa da Silva Custódio, a Professora Peteca, Angela Kervalt Bosta, e a aluna Mãe, Ana Cristina Porto Alegre da Silva.

Este grupo feminino foi essencial para o planejamento e a condução de todas as atividades. Elas reafirmam a importância das mulheres na preservação e no fortalecimento da capoeira, utilizando-a como um instrumento vital de inclusão, acolhimento e transformação social.

O foco do coletivo em promover o protagonismo feminino na capoeira também se estende ao combate à violência contra a mulher, criando um ambiente seguro e de apoio. A capoeira, assim, transcende a arte marcial, tornando-se um símbolo de resistência e empoderamento para muitas mulheres.


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