Dana White Agita o UFC com Possibilidade de Novo Cinturão BMF Feminino, Enquanto Rejeita Firmemente Expansão de Categorias de Peso
O presidente do Ultimate Fighting Championship, Dana White, está novamente no centro das atenções ao sinalizar a possível introdução de um novo cinturão no UFC, gerando grande expectativa entre os fãs. Contudo, essa novidade vem acompanhada de uma decisão que pode frustrar muitos: a recusa em expandir as atuais categorias de peso da organização.
Enquanto a ideia de um título simbólico para as lutadoras ganha força, a demanda por novas divisões de peso, há anos defendida por fãs e personalidades como Joe Rogan, foi categoricamente descartada. Essa postura de White reacende o debate sobre o futuro das competições de MMA.
A informação, divulgada por fontes internacionais, revela a complexidade das decisões estratégicas que moldam o esporte, ponderando entre o espetáculo e a estrutura competitiva do UFC.
A Firme Posição sobre Novas Categorias de Peso
Por muitos anos, a comunidade do MMA tem clamado por mais categorias de peso no UFC, principalmente devido aos grandes saltos entre as divisões, que forçam atletas a cortes de peso extremos. Joe Rogan tem sido um dos defensores mais vocais dessa mudança, argumentando contra os sacrifícios excessivos.
Apesar da pressão contínua, Dana White mantém uma posição irredutível. Questionado sobre a possibilidade de adicionar novas divisões, sua resposta foi clara. O presidente do UFC afirmou que não há planos para expandir as atuais categorias de peso, frustrando as expectativas de muitos.
White explicou sua decisão: “É a mesma resposta para a expansão do peso masculino, 65 libras é demais, atrapalha as outras duas divisões. Ouça, se houvesse necessidade e pensássemos que funcionaria, já teríamos feito.” Essa declaração reforça a visão de que a organização não vê viabilidade em alterar o formato atual.
O Cinturão BMF: Uma Possibilidade Feminina
Em 2019, o UFC introduziu o título “BMF” (Baddest Motherf***er) em uma luta entre Nate Diaz e Jorge Masvidal. Esse cinturão simbólico, que não representa uma categoria de peso, dividiu opiniões. Alguns o veem como emocionante, outros, como um artifício de marketing para o UFC.
Agora, Dana White se mostra aberto a replicar essa ideia no cenário feminino, com a criação de um cinturão BMF feminino. Ao ser questionado, o presidente do UFC respondeu: “Sim, tudo é possível. Não sei, sim. Por que não?”. Essa abertura para um novo cinturão pode trazer um elemento de novidade e controvérsia.
Apesar da natureza simbólica, um título BMF feminino certamente geraria discussões e atrairia a atenção para as lutadoras. Seria uma oportunidade para destacar figuras carismáticas e promover duelos de grande apelo popular, seguindo a linha do sucesso que o título masculino alcançou em termos de visibilidade.
Atomweight Feminino e o Cenário Atual do UFC
Apesar da abertura para um novo cinturão, a ideia de uma divisão peso-átomo feminina, com limite de 105 libras (aproximadamente 47,6 kg), foi prontamente rejeitada por Dana White. Essa categoria existe em outras promoções de MMA e conta com lutadoras talentosas, mas o UFC não tem interesse em adotá-la.
Quando questionado sobre o peso-átomo, White foi direto: “Não”, disse ele durante uma coletiva de imprensa. Essa negativa demonstra a relutância da organização em expandir o número de categorias de peso, mesmo após ter descontinuado divisões femininas como a peso-pena.
A firmeza de White em não adicionar mais divisões de peso se baseia na crença de que isso poderia desequilibrar as categorias existentes. Essa postura se alinha com o cenário observado na época da declaração, onde o UFC ainda não havia tido um único evento principal feminino no ano, levantando questionamentos sobre a profundidade dessas divisões.
O primeiro confronto por um cinturão feminino naquele ano estava agendado para o próximo sábado, com Mackenzie Dern defendendo seu título contra Gillian Robertson. Esse fato ressalta a importância de cada disputa de cinturão feminina e a necessidade de mais oportunidades para as atletas brilharem no octógono do UFC.

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